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Defesa pede habeas corpus para médica suspeita de mortes em UTI
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Atualizado em 27/02/2013 às 21:06:11

Defesa pede habeas corpus para médica suspeita de mortes em UTI

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Pedido de soltura foi protocolado nesta quarta-feira (27), em Curitiba.
'Sem essa prova, não há crime. Sem crime, não há prisão', diz documento.

A delegada do Núcleo de Repressão aos Crimes Contra a Saúde (Nucrisa) de Curitiba, Paula Brisola, não concede entrevistas sobre o caso.O advogado de defesa da médica contestou o conteúdo do inquérito da polícia.

“Vai ficar provado neste processo que a Polícia Civil do Paraná não conhece Medicina Legal”, sustentou. Anteriormente, ao G1, o advogado já havia desqualificado o conteúdo das gravações, alegando que elas foram interpretadas fora de contexto.“Há uma série de equívocos”, disse.

Na segunda-feira (25), uma enfermeira, que também é suspeita de envolvimento no caso, se apresentou à Polícia Civil. Ela estava foragida desde sábado, quando foram expedidos os mandados contra os médicos que foram presos. A mulher prestou depoimento e deve continuar presa.A médica foi indiciada por homicídio qualificado - por acelerar a morte de pacientes sem chances de defesa.

A ação, de acordo com a polícia, tinha como objetivo liberar leitos na UTI do Evangélico. Além dela, outros três médicos foram presos no sábado (23). Em depoimento ao programa Fantástico de domingo (24), dois médicos negaram as acusações.“Foi o menor habeas corpus que redigi em minha carreira de 33 anos”, afirmou o advogado. De acordo com o documento, a polícia não tem prova da existência de fato criminoso, ou seja, da materialidade.

“Sem essa prova, não há crime. Sem crime, não há prisão”, diz um trecho do pedido de soltura.O advogado Elias Mattar Assad, que cuida da defesa da médica Virgínia Soares de Souza, suspeita de antecipar mortes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico, em Curitiba, protocolou o pedido de habeas corpus para a liberação da médica, nesta quarta-feira (27).

Ela está detida desde terça-feira (19), após uma operação policial que também recolheu prontuários médicos. (G1)



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